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STJD Reduz Pena De Abel Ferreira, Mas Técnico Do Palmeiras Segue Suspenso Por Quatro Jogos
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STJD Reduz Pena De Abel Ferreira, Mas Técnico Do Palmeiras Segue Suspenso Por Quatro Jogos

Todos sabem o quão intempestivo o treinador português pode ser. É recorrentemente expulso e é sempre visto visivelmente irritado em jogos do Palmeiras, sobretudo aqueles que perde. Isso trouxe-lhe algumas consequências. Tudo começou com 8 jogos, mas após o recurso, essa “pena” foi reduzida para 4 jogos. Isto vai dar ao mister algum tempo extra [...] The post STJD Reduz Pena De Abel Ferreira, Mas Técnico Do Palmeiras Segue Suspenso Por Quatro Jogos appeared first on Complete Sports.

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Todos sabem o quão intempestivo o treinador português pode ser. É recorrentemente expulso e é sempre visto visivelmente irritado em jogos do Palmeiras, sobretudo aqueles que perde. Isso trouxe-lhe algumas consequências. Tudo começou com 8 jogos, mas após o recurso, essa “pena” foi reduzida para 4 jogos.

Isto vai dar ao mister algum tempo extra para refletir, aproveitar para se divertir com online slot games, ir ao SPA, aproveitar tempo com amigos para ver se volta mais fresco e relaxado para os próximos confrontos do verdão. Agora, vamos à origem deste problema para perceber como isto tudo começou.

A punição de Abel Ferreira tem origem em dois episódios distintos ocorridos no Brasileirão. O primeiro aconteceu diante do Fluminense, quando o treinador foi expulso por reclamações acintosas contra a arbitragem, em um confronto marcado por tensão no banco de reservas. Na ocasião, a súmula relatou comportamento inadequado e protestos reiterados, o que levou à aplicação inicial de dois jogos de suspensão.

O segundo caso, mais grave na avaliação da Justiça desportiva, ocorreu contra o São Paulo. Nesse jogo, o treinador recebeu cartão vermelho após reclamações intensas ao árbitro, em um lance que acabou sendo interpretado como desrespeito à equipe de arbitragem. A denúncia ganhou peso adicional no julgamento por conta de vídeos utilizados na acusação, incluindo uma leitura labial que apontava ofensas direcionadas ao árbitro Anderson Daronco. Esse episódio resultou em uma punição inicial de seis jogos.

Somadas, as penalidades chegaram a oito partidas de suspensão.

O caso foi analisado pelo Pleno do STJD, última instância da Justiça desportiva no país. A defesa do treinador buscava a redução ou até a anulação das punições, argumentando excesso na interpretação dos episódios e inconsistências na forma como as provas foram avaliadas.

Após o julgamento, os auditores decidiram parcialmente a favor do clube. A punição referente ao jogo contra o Fluminense foi reduzida de dois para um jogo. Já a sanção aplicada pelo confronto diante do São Paulo foi mantida na maior parte, permanecendo em seis partidas.

Com isso, a pena total caiu de oito para sete jogos. Como Abel já havia cumprido três partidas de suspensão anteriormente, ainda restam quatro jogos a serem cumpridos.

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Com a decisão, o treinador continuará ausente em compromissos importantes da temporada. Entre os jogos em que não poderá estar à beira do campo estão confrontos pelo Brasileirão contra Athletico-PR, Red Bull Bragantino e Santos, além de uma partida válida por competição nacional que envolve a Copa do Brasil, diante do Jacuipense.

Na prática, Abel só deverá retornar ao comando presencial da equipe em maio, após cumprir integralmente o restante da suspensão.

A decisão do tribunal gerou forte reação da diretoria do Palmeiras. O diretor de futebol Anderson Barros criticou duramente o resultado do julgamento, classificando a punição como “extremamente equivocada e arbitrária”. Segundo ele, o clube respeita a decisão, mas entende que houve falta de coerência na aplicação das penas.

O dirigente também questionou a postura do STJD em relação a outros casos semelhantes, afirmando que a Justiça desportiva deveria manter o mesmo padrão de julgamento em todas as situações. Em sua avaliação, o treinador teria sido utilizado como exemplo em uma mudança de entendimento sobre condutas de técnicos na beira do campo.

Barros ainda destacou que, no entendimento do clube, não houve ofensas diretas à honra de nenhum profissional da arbitragem que justificassem uma punição tão severa. Ele reforçou que o episódio deveria ter sido tratado com menor rigor, especialmente considerando que parte das acusações se baseou em interpretações de imagens e leitura labial.

Durante o processo, a defesa do Palmeiras apresentou recurso ao STJD contestando tanto a gravidade das acusações quanto a metodologia usada na análise das provas. Um dos principais pontos levantados foi o uso de materiais audiovisuais com interpretação subjetiva, incluindo a leitura labial, considerada pelo clube como insuficiente para sustentar parte das acusações mais pesadas.

O clube também argumentou que decisões anteriores da Justiça desportiva não costumavam aplicar suspensões tão extensas para casos semelhantes envolvendo reclamações à arbitragem, apontando falta de precedentes para uma punição acumulada de sete ou oito jogos.

Apesar da argumentação, o Pleno manteve a maior parte das sanções, aceitando apenas a redução parcial relacionada ao primeiro episódio.

O julgamento contou com a participação de seis auditores e do presidente do STJD. Houve divisão nas votações, especialmente na análise do segundo caso, referente ao jogo contra o São Paulo. Parte dos auditores defendeu redução da pena, enquanto a maioria optou pela manutenção da suspensão de seis jogos.

Ao final, prevaleceu o entendimento de que treinadores devem ser punidos com maior rigor em casos de desrespeito à arbitragem, reforçando a necessidade de coibir condutas consideradas inadequadas na área técnica.

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Source: Complete Sports

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